quinta-feira, 18 de setembro de 2008

APRENDER E ENSINAR COM O COMPUTADOR

Os computadores estão chegando as escolas!!!Inclusão digital!!!Acesso gratuito à Internet!!!

E agora??? É a tecnologia ao alcance de alunos e professores das escolas públicas!!! Vamos usar!

Vamos aprender para poder ensinar utilizando o computador!!!

A entrada da informática nas escolas pode ser a mola propulsora das transformações tão necessárias na escola pública.
A estrutura conservadora da escola, a falta de suporte teórico , o medo e o despreparo do professor são fatores que estão dificultando a chegada da tecnologia até os alunos.
Nossos alunos hoje, sabem mais do que nós o que fazer diante de um computador!!!
Não é a mera entrada da informática nas escolas, que alterará o curso do ensino-aprendizagem, mas sim, sua utilização como nova nova mídia educacional, servindo como ferramenta dentro de um ambiente de aprendizagem, por intermédio de conteúdos significativos e integrados,com objetivos definidos.
É necessário, que o professor se integre neste processo, aprendendo a utilizar o computador para ensinar reconhecendo-se como um facilitador da aprendizagem.
É o professor que cria, organiza o ambiente onde ocorre a aprendizagem, cabendo a ele facilitar este processo, fornecendo recursos para que o aluno desenvolva ao máximo , seu processo de aprender.
O computador só se torna um instrumento de ensino-aprendizagem, quando está inserido no contexto de atividades que desafiem o grupo em seu crescimento, possibilitando a construção do seu conhecimento, na relação com o outro, com a máquina e o professor.
Quando o professor da turma conduz os seus alunos aos laboratórios e desenvolve com eles atividades que dão continuidade as atividades da sala de aula, o computador se torna uma ferramenta educacional, poderoso recurso no processo de ensino-aprendizagem.
Para que o professor possa desenvolver o trabalho de informática educativa é importante que aprenda autilizar a máquina, pesquise e conheça softwares e aplicativos educacionais e suas possibilidades ,integrando os as suas atividades curriculares, unindo sua visão pedagógica, com as possibilidades da informática.

PROFESSOR!!! INCLUA-SE NA ERA DIGITAL!!! INFORME-SE!!! FAÇA O CURSO DE LINUX!!! É GRATUITO!!!
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domingo, 7 de setembro de 2008

ENSINAR HOJE NA ESCOLA PÚBLICA !

Quando se olha o ensino de primeiro grau se sente uma verdadeira impotência.
Ensinar hoje, na escola pública é um ato de desespero e de indignação e ao mesmo tempo um desafio!
O professor procura no dia-a-dia conviver com seus conflitos e de seus alunos e neste contexto ensinar e aprender.
Ao lado da desvalorização da nossa profissão e das dificuldades que encontramos no trabalho com nossos alunos, precisamos trabalhar buscando uma nova competência pedagógica, que passa pelo compromisso do professor e por repensarmos a nossa prática pedagógica.
Como ensinar e aprender sem acreditar na profissão? Sem envolvimento e compromisso?
Só queixar-se de nada adianta!
A mudança passa pela vontade dos professores de assumir a escola pública como um espaço político de exercício de cidadania comprometida e pela vontade coletiva de melhorar a qualidade do ensino .
Precisamos trabalhar, buscando uma nova competência pedagógica.
O mundo mudou, os alunos mudaram e a escola, os professores continuam com as mesmas atividades, os mesmos conteúdos, os mesmos métodos, as mesmas queixas em relação aos alunos e a família!
PROFESSOR!
DÊ A SUA OPINIÃO! VAMOS PENSAR JUNTOS !
O QUE VOCÊ ACHA DO QUE APARECE NA CAPA DA VEJA DO DIA 20 DE AGOSTO DE 2008? "O inssino no Brasiu é otimo"

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

DISCALCULIA

É uma dificuldade que atinge a função docálculo no seu todo, tanto nas funções numéricas, quanto nas relações entre elas.

FORMAS COMO APARECEM AS DIFICULDADES DE MATEMÁTICA

  • Falhas no pensamento operatório : Faltam estruturas mentais ( Maior, menor, antes e depois em relação aos números, impossibilidade em fazer cálculos mentais sem apoio concreto, dificuldade para compreender ordens nas operaçòes, reversibilidade.
  • Dificuldade de organização espaço=temporais: Inversão na escrita dos núneros e nas cifras (57 -75), falhas no reconhecimento e discrimiação de figuras geométricas, realização de operações na ordem inversa;
  • Dificuldade de figura fundo: falhas de atenção, saltar operações em um problema, adicionar em vez de subtrair, confudir os números a serem multiplicados, etc...
  • Falhas lingüísticas : dificdade de captação da estrutura de um problema, através da leitura de seu enunciado;
  • Erros extranhos: Associaçöes raras e absurdas que a criança cria;
  • Falhas de sobrecarga: Observa-se em operaçoes muito extensas ou em problemas de muitos passos, onde começam a aparecer falhas de evocaçào correta da tabuada, falhas de figura fundo ou erros estranhos;
  • Falhas de memória: dificuldade de fixar atabuada, esquecimento de efetuar a compensação na adição, subtração ou multiplicação. esquecimentode efetuar parte da operação ou problema.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

DISORTOGRAFIA

Caracteriza-se de uma maneira geral, por erros na transformação do som no símbolo gráfico, ocasionando:
  • substituição das letras : (D/T S/C X/CH etc...)
  • omissões : (balea /baleia )
  • acréscimos :(ritimo /rítmo
  • transposição: (tocovelo /cotovelo)
Pode-se classificar a disortografia em dois tipos:
  • De origem auditiva: quando as substituições de letras se dão a nível de sons acústicamente próximos, ou seja, fonemas que se opõem pelo traço de sonoridade (sonoro/surdo).Exemplos:P/B =pola/bola T/D =tato/dado F/V=fome/vome X/CH - J/G=juva/chuva
  • De origem visual: mais freqüentes que os auditivas, refletem falhas na percepção e na memória visual. Exemplos: S/ C/ SS/ Ç/SC/ X/ M/N/ J/G L/U X/Z/S
A alta incidência deste tipo de erro parece dever-se em primeiro lugar as peculiaridadesda língua portuguesa, onde:
Um fonema pode ser representado por vários grafemas:
O som do S é grafado por S/ SS/ C/ Ç/ SC/ SÇ/ X
Um fonema possui fonemas diversos:
O X com som de CH/S/Z/CS

PROFESSOR: Para se caracterizar uma criança como disortográfica, deve-se observar o nível de escolaridade, freqüência e tipo de erro.
Este dignóstico pode ser feito através de ditados e na produção de textos.




sexta-feira, 20 de junho de 2008

DISGRAFIA

É um distúrbio da escrita relacionado ao traçado das letras e a disposição dos conjuntos gráficos no espaço.
Podem ser devido a dificuldades motoras.
A escrita dos disgráficos motores é irregular, as linhas são mall orientadas, as letras são mal repartidas em pequenos grupos, com bruscos desníveis, às vezes no meio de uma palavra.
Observa-se no caderno do aluno ilegibilidade, lentidão demasiada para copiar, distorção das letras, forte pressão do lápis sobre o papel ou pressão muito fraca, macrografia ou micrografia, má sinergia articular cotovelo-pulso-dedos, cansaço ou dores no braço ao escrever, postura incorreta ao sentar-se.
Também podem ser devido a dificuldades de organização espacial.
Quando o aluno não respeita linhas, margens, parágrafos. Deixa espaços em branco ou espaços inadequados entre as palavras aglutinando-as ou dissociando-as, inadequação do tamanho das letras e hastes, letras e números espelhados, direção incorreta no traçado das letras.
Em geral o caderno das crianças disgráficas apresenta-se sujo, rasgado, e com "orelhas de burro".

Encontramos 5 síndromes diferentes de disgráficos:
  • Os rígidos que apresentam escrita muito inclinada, crispada, dando idéia de extrema tensão
  • Os relaxados com letras mal formadas, linhas e margens mal organizadas
  • Os impulsivos com o traçado semcontrole ,apressado e confuso, escrita muito irregular e instável. A organização da página muito ruim
  • Os inábeis que apresentam real problema na execução
  • Os lentos e precisos que caractertizam-se pela busca da precisão e do controle. As letras são precisas, apágina é organizada e a escrita é regular, porém lenta
PROFESSOR:
Algumas destas características são comuns nas escritas de crianças de 1a série.
Para ajudar a criança com disgrafia nada adianta os recadinhos:"Deves melhorar a letra!" "Mais capricho! "A criança necessita de exercícios grafomotores orientados dos movimentos necessários para o traçado correto das letras, atividades de coordenação motora fina e exercícios dígito-manual, que lhe possibilitem passar do movimento espontâneo ao movimento consciente.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

DISLEXIA

O termo DISLEXIA tem dado lugar a muitas controvérsias,chegando , por vezes , ser usado como sinônimo de distúrbios de aprendizagem.
As crianças disléxicas apresentam sérias dificuldades na leitura e, consequentemente na escrita, apesar de possuirem um bom potencial intelectual e muitas vezes serem excelentes na matemática.
A leitura do disléxico é silabada, hesitante, com muitas trocas. Tem dificuldade de compreender o que lê. Não consegue realizar uma leitura silenciosa .
Observa-se na escrita dos disléxicos grandes dificudades no ditado e na produção de textos. Podem ter disgrafia associada, trocas nas letra e números.
Apresentam perturbações da imagem corporal, na lateralidade, coordenação viso-motora, distúrbios de memória, sequência, percepção espacial e transtornos emocionais.
Na escola passam da 1a série, não conseguem sair da 2a, ou quando mais adiantados vão mal nos estudos em geral. Não gostam de estudar, são desatentas, os cadernos são desorganizados.
Os pais ficam cansados desanimados, mudam de escola, procuram professores particulares e as dificuldades persistem. Muitas vezes até a fase adulta, sendo uma síndrome de caráter hereditário, que aparece mais em meninos.

TIPOS DE ERROS DE LEITURA MAIS COMUNS NA CRIANÇA DISLÉXICA:
  • Falhas na interpretação da leitura;
  • falhas na associação do símbolo visual com seu correspondente fonético;
  • dificuldade em unir dois fonemas conhecidos para a leitura de um sílaba ou juntar sílabas para formar uma palavra;
  • tendência a ignorar os detalhes de uma palavra e basear o reconhecimento da mesma na leitura inicial, no tamanho da palavra ou em outras pistas insuficientes;
  • lentidão demasiada;
  • leitura aparentemente fluída, mas com acréscimos, aglutinações,inversões e /ou substituições semânticas;
  • falhas no ritmo da leitura, ausência de entonação e melodia verbal durante a leitura, que se torna silábica, monótona e cansativa;
  • dificuldade na interpretação da leitura, determinando uma perda de motivaçào para a aprendizagem.

PROFESSOR:
A criança para ser considerada disléxica tem que conseguir aprender a ler. Existem testes específicos que auxiliam o diagnóstico da dislexia. Uma criança que não consegue aprender a ler, com uma ou mais repetência, necessita de um psicodiagnóstico para ser avaliada em relação ao seu quociente intelectual.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM


VAMOS FALAR
SOBRE AS
DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM


Considerando as características comuns apontadas por diversos autores, pode-se considerar como
portadores de Distúrbios Específicos de Aprendizagem, aquelas crianças que:
Apesar de possuirem um bom potencial intelectual, não serem portadores de deficiências sensoriais, não apresentarem evidente patologia a nível cerebral, não serem necessariamente provindas de um ambiente sócio-econômico-cultural desfavorecido e não apresentarem necessariamente distúrbios emocionais severos apresentam deficiências na atenção, memória, percepção, cognição ou na linguagem, ocasionando dificuldades na aprendizagem, que podem apresentar-se sob a forma de:

.Dificuldade na leitura DISLEXIA E/OU
.Dificuldade na grafia DISGRAFIA E/OU
.Dificuldade na ortografia DISORTOGRAFIA
.Dificuldade na matemática DISCALCULIA